Muitos ainda se lembram quando o secretário municipal de obras e serviços públicos de Pimenta Bueno, Josias Muniz, ia nas rádios da cidade falar que, com o asfaltamento de algumas ruas que interligam a Avenidas dos Expedicionários à Avenida Riachuelo, do trecho que vai do quartel da Polícia Militar até o depósito do Grupo Cairu, o problema dos alagamentos iria terminar.
Mas não é isso o que se vê quando chove. A chuva nem precisa ser tão forte para que a água invada casas e atravesse quintais. O problema é a tubulação que não é compatível com o volume de água que desce ruas abaixo. As manilhas com apenas 40cm de diâmetro não comportam o grande volume de água. Os moradores da região, leigos no assunto, dizem que se as manilhas fossem de 1,20mts de diâmetro, a água escorreria por baixo das ruas e não por cima, dentro dos quintais e de algumas casas.
Entretanto, o pensamento da população deve estar correto, até porque é óbvio, mas o problema deve ser o preço das manilhas de 1,20mts. Populares da região também dizem que nenhum prefeito vai querer gastar um recurso tão grande para deixar uma obra debaixo da terra, o que, ano após ano incomoda e prejudica.
O mesmo tipo de situação se vê no Jardim das Oliveiras em frente ao Posto de Saúde do bairro, onde há também um supermercado. Sem ter por onde escorrer devido a tubulação incompatível, a água se acumula no meio da rua, invadindo o Posto de Saúde e uma quadra de areia. Durante a chuva que caiu na tarde de ontem (23), crianças estavam brincando na água que se acumulou na quadra de areia atrás do posto, correndo o risco de serem contaminadas.
O lixo jogado dentro das valas e bocas de lobo talvez sejam o maior problema. A secretaria municipal de obras está fazendo um trabalho de limpeza das valas e bocas de lobo por toda a cidade, mas fato é que enquanto as manilhas de 40cm não forem trocadas por manilhas de maior circunferência, o que demandará um projeto específico e muito recurso, o problema continuará todo ano, mesmo com a SEMOSP limpando tudo. Mesmo assim, no momento das chuvas, as cenas serão sempre semelhantes às usadas para ilustrar este texto.
Mas não é isso o que se vê quando chove. A chuva nem precisa ser tão forte para que a água invada casas e atravesse quintais. O problema é a tubulação que não é compatível com o volume de água que desce ruas abaixo. As manilhas com apenas 40cm de diâmetro não comportam o grande volume de água. Os moradores da região, leigos no assunto, dizem que se as manilhas fossem de 1,20mts de diâmetro, a água escorreria por baixo das ruas e não por cima, dentro dos quintais e de algumas casas.
Entretanto, o pensamento da população deve estar correto, até porque é óbvio, mas o problema deve ser o preço das manilhas de 1,20mts. Populares da região também dizem que nenhum prefeito vai querer gastar um recurso tão grande para deixar uma obra debaixo da terra, o que, ano após ano incomoda e prejudica.
O mesmo tipo de situação se vê no Jardim das Oliveiras em frente ao Posto de Saúde do bairro, onde há também um supermercado. Sem ter por onde escorrer devido a tubulação incompatível, a água se acumula no meio da rua, invadindo o Posto de Saúde e uma quadra de areia. Durante a chuva que caiu na tarde de ontem (23), crianças estavam brincando na água que se acumulou na quadra de areia atrás do posto, correndo o risco de serem contaminadas.
O lixo jogado dentro das valas e bocas de lobo talvez sejam o maior problema. A secretaria municipal de obras está fazendo um trabalho de limpeza das valas e bocas de lobo por toda a cidade, mas fato é que enquanto as manilhas de 40cm não forem trocadas por manilhas de maior circunferência, o que demandará um projeto específico e muito recurso, o problema continuará todo ano, mesmo com a SEMOSP limpando tudo. Mesmo assim, no momento das chuvas, as cenas serão sempre semelhantes às usadas para ilustrar este texto.









Fonte: Rondônia em Geral.com
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